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quinta-feira, 28 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Há já muito tempo que nesta latrina o ar se tornou irrespirável # 3
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Todas as democracias doentes necessitam dos seus zelosos cães de guarda.
No Chiado vestiram farda, distribuiram bastonadas, agrediram manifestantes e jornalistas.
A pouca distância dali, em São Bento, outra espécie de cães de guarda também cumpriu a sua missão, mas a estes voltaremos mais tarde...
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terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Organiza-te, resiste, luta!
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O desemprego atinge níveis nunca vistos na história recente de Portugal, 35% dos jovens até aos 25 anos estão desempregados, todos os dias milhares de trabalhadores/as são abjectamente explorados/as através de contratos de trabalho abusivos e recibos verdes, e à geração mais escolarizada da história deste país, aquela em que mais se investiu, é lhe mandada emigrar. A plataforma considera assim essencial ir para a Rua em dia de greve geral exigir o fim imediato de políticas de austeridade, impostas pelo governo e pela Troika que destroem as conquistas de Abril e lançam todos os dias os trabalhadores/as para uma situação de pobreza que o próprio Passos Coelho admitiu fazer parte da sua estratégia política.
No dia 22 de Março, a plataforma 15 de Outubro sai à rua numa manifestação porque não queremos sofrer o mesmo destino trágico do povo grego!
No dia 22 de Março, dia de greve geral, a Plataforma 15 de Outubro entende ser imperativo sair à rua para uma manifestação em defesa de todos/as os trabalhadores/as: desempregados/as, precários/as, pensionistas, estudantes e os activos/as que vêm com o novo pacote laboral os seus direitos duramente conquistados serem roubados por um governo tirano no seu desrespeito pelos contratos sociais e pela própria constituição!
O desemprego atinge níveis nunca vistos na história recente de Portugal, 35% dos jovens até aos 25 anos estão desempregados, todos os dias milhares de trabalhadores/as são abjectamente explorados/as através de contratos de trabalho abusivos e recibos verdes, e à geração mais escolarizada da história deste país, aquela em que mais se investiu, é lhe mandada emigrar. A plataforma considera assim essencial ir para a Rua em dia de greve geral exigir o fim imediato de políticas de austeridade, impostas pelo governo e pela Troika que destroem as conquistas de Abril e lançam todos os dias os trabalhadores/as para uma situação de pobreza que o próprio Passos Coelho admitiu fazer parte da sua estratégia política.
No dia 22 de Março, a plataforma 15 de Outubro sai à rua numa manifestação porque não queremos sofrer o mesmo destino trágico do povo grego!
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Faz o teu cartaz, cria a tua palavra de ordem, traz a tua indignação, faz ouvir a tua voz... Amanhã, todos os caminhos vão dar ao Terreiro do Paço
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11 de Fevereiro (Sábado) - 15 horas
Restauradores » Terreiro do Paço
Martim Moniz » Terreiro do Paço
Cais do Sodré » Terreiro do Paço
Santa Apolónia » Terreiro do Paço
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Não basta ficares indignado, é necessário que lutes! (Sábado, 11 de Fevereiro)
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Sai à rua e faz-te ouvir!
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No próximo dia 21 de Janeiro, sábado, a ‘Plataforma 15 de Outubro’ realizará uma manifestação em Lisboa, partindo às 15h do Marquês de Pombal. Perante um governo que apresenta aos seus cidadãos a porta da rua e que apela à emigração, em particular dos mais jovens e qualificados dizemos: Basta! A este governo que não tem alternativas e que declara objectivos de empobrecimento do país e emigração em massa declaramos: Ficaremos – para Lutar!
Iniciamos 2012 mergulhados numa das maiores crises da história portuguesa e europeia. São mais de 800 mil desempregados no país, e esse número não pára de aumentar. A precariedade laboral devora vidas e aspirações e condena grande parte da população à miséria e a uma vida sem futuro. O orçamento aprovado reproduz-se além das exigências da Troika com cortes na Saúde e na Educação; com a eliminação do 13.º e 14.º salários na Função Pública; com o aumento do valor das taxas moderadoras, dos preços dos transportes, da electricidade e das rendas das casas. E, apesar do grande número de desempregados o governo ainda amplia em meia hora por dia o horário de trabalho, aumenta a exploração e torna mais difíceis as contratações.
Não é o povo que está a viver acima das suas possibilidades, mas sim banqueiros, patrões e multimilionários, bem como os políticos e governos que os apoiam. Estes é que são os verdadeiros responsáveis pela crise da dívida soberana! E em nome dela destroem a própria liberdade.
Quem ganha com a crise conta com o medo de quem se deixa explorar, não percebendo que lhes roubarão tudo. É inequívoco que roubam a própria dignidade e exigem a vida de joelhos. É por isso preciso a união para destruir esse medo.
A solução para os problemas será colectiva – não será aceitar com resignação a austeridade, a precariedade, o desemprego, o fim da Democracia e a inevitabilidade de todas as medidas que destroem milhões de vidas! Por isso, a ‘Plataforma 15 de Outubro’ apela à sociedade portuguesa: desempregados, trabalhadores, imigrantes, precários, estudantes e a todos cujas vidas e sonhos são destruídos em nome de uma crise da qual não são responsáveis, para que se juntem e, a 21 de Janeiro, mostremos juntos na rua que exigimos viver numa Democracia mais participativa e que em Democracia o poder é do povo e de mais ninguém!
Não é o povo que está a viver acima das suas possibilidades, mas sim banqueiros, patrões e multimilionários, bem como os políticos e governos que os apoiam. Estes é que são os verdadeiros responsáveis pela crise da dívida soberana! E em nome dela destroem a própria liberdade.
Quem ganha com a crise conta com o medo de quem se deixa explorar, não percebendo que lhes roubarão tudo. É inequívoco que roubam a própria dignidade e exigem a vida de joelhos. É por isso preciso a união para destruir esse medo.
A solução para os problemas será colectiva – não será aceitar com resignação a austeridade, a precariedade, o desemprego, o fim da Democracia e a inevitabilidade de todas as medidas que destroem milhões de vidas! Por isso, a ‘Plataforma 15 de Outubro’ apela à sociedade portuguesa: desempregados, trabalhadores, imigrantes, precários, estudantes e a todos cujas vidas e sonhos são destruídos em nome de uma crise da qual não são responsáveis, para que se juntem e, a 21 de Janeiro, mostremos juntos na rua que exigimos viver numa Democracia mais participativa e que em Democracia o poder é do povo e de mais ninguém!
sábado, 26 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Amanhã, a Greve Geral toma as ruas
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Lisboa (Manifestação)
Entrecampos (12:00) » Marquês de Pombal (14:30) » Rossio (15:00) » Assembleia da República
Porto
Praça da Liberdade (15:00)
Aveiro
Praça Joaquim Melo Freitas (15:00)
Braga
Avenida Central (15:00)
Coimbra
Praça 8 de Maio (11:00)
Faro
Jardim Manuel Bivar (15:00)
Angra do Heroísmo
Alto das Covas (14:00)
Beja
Praça da República (12:00)
Évora
Rotunda da Porta de Avis (14:30)
Funchal
Avenida Arriaga (16:30)
Setúbal
Largo da Misericórdia (11:00)
Viana do Castelo
Praça da República (15:00)
Vila Real
Av. Carvalho Araujo, junto ao Largo do Pelourinho (15:00)
Viseu
Largo do Rossio (12:00)
Santarém
Junto ao Shopping (14:30)
Horta
Praça do Infante (15:00)
Leiria - Marinha Grande
Rotunda do Vidreiro (16:00)
Informação sobre outros locais/horários de concentração em: http://grevegeral.net/index.php/concentracoes-distritais
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Contagem decrescente para a Greve Geral de 24 de Novembro (# 6)
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A ‘Plataforma 15 de Outubro’ marcou nova manifestação para o próximo dia 24 de Novembro, coincidente com o dia da Greve Geral Nacional. A concentração para a manifestação far-se-á às 14h30, no Marquês de Pombal e percorrerá a Avenida da Liberdade, desaguando no Rossio, onde fortalecerá o encontro marcado pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses [CGTP], previsto para o local.
No entender da ‘Plataforma 15 de Outubro’, a democracia está moribunda e deixou de servir os cidadãos, os seus representantes fingem não ouvir as vozes na rua e procuram silenciar quem exerce o seu direito básico de protesto. Por isso, o propósito de fazer parar a produção no próximo dia 24 de Novembro é uma forma de combater os ‘senhores’ que lucram com a miséria e impõem uma austeridade que ‘os’ faz enriquecer, cada vez mais.
Mas, fazer greve não é ficar em casa - é sair à rua e, enquanto pára o país, fazer ouvir a voz do descontentamento! Porque o governo defende que o país tem de empobrecer, que os cidadãos têm de emigrar, que pagar a dívida é o objectivo único de uma economia em queda e que a alternativa a esse cenário seria a ruína do país.
As medidas de brutalidade deste governo prometem destruir centenas de milhares de postos de trabalho e destruir os direitos daqueles que ainda trabalham, factos que fazem reclamar pelo direito ao trabalho com direitos, pela suspensão do pagamento da dívida, pela execução de uma auditoria cidadã à mesma e pelo direito a manter o 13.º e o 14.º salários.
No dia 15 de Outubro, em Assembleia Popular frente ao parlamento, foi feito um apelo às centrais sindicais para a convocação de uma Greve Geral. A resposta foi afirmativa. Dia 24 de Novembro, a ‘Plataforma 15 de Outubro’ apela ao povo português que se junte, que pare o país, que se manifeste, que faça uma verdadeira Greve Social, onde trabalhadores desempregados caminhem ao lado de trabalhadoras efectivas, onde reformadas caminhem ao lado de trabalhadores precários, onde imigrantes caminhem ao lado de estudantes.
Façamos ouvir a nossa voz! A Democracia está em causa. É hora de lutar!
domingo, 13 de novembro de 2011
Ontem foram 180 mil a desmentir Cavaco Silva, na Greve Geral de 24 de Novembro serão muitos mais
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Cavaco Silva afirmou ontem em Washington que tem “confiança na maturidade cívica dos portugueses, que compreenderam a gravidade da situação do país e estão dispostos a mudar de rumo, com realismo e sentido patriótico”, acrescentando que “existe na sociedade portuguesa um amplo reconhecimento da necessidade de prosseguir esse esforço, apesar dos sacrifícios que daí decorrem”.
Cavaco Silva afirmou ontem em Washington que tem “confiança na maturidade cívica dos portugueses, que compreenderam a gravidade da situação do país e estão dispostos a mudar de rumo, com realismo e sentido patriótico”, acrescentando que “existe na sociedade portuguesa um amplo reconhecimento da necessidade de prosseguir esse esforço, apesar dos sacrifícios que daí decorrem”.
No mesmo dia, em Lisboa, 180 mil funcionários públicos manifestavam-se contra o “orçamento de agressão” que vai implicar a “perda de direitos dos trabalhadores”.
Ontem foram 180 mil os trabalhadores que vieram para a rua e desmentiram a falsa unanimidade nacional apregoada por Cavaco Silva, na Greve Geral de 24 de Novembro serão muitos mais.
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