terça-feira, 5 de outubro de 2010

Não há sangue azul, viva a República!

José Relvas proclama a República da varanda da Câmara Municipal de Lisboa
(fotografia de Joshua Benoliel - Arquivo Municipal de Lisboa)


O povo, em frente à Câmara Municipal de Lisboa, aclama a proclamação da República
(fotografia de Joshua Benoliel - Arquivo Municipal de Lisboa)



A proclamação da República, o povo em frente à Câmara Municipal de Lisboa
(fotografia de Joshua Benoliel - Arquivo Municipal de Lisboa)


A implantação da República
(fotografia do Estúdio Mário Novais - Arquivo Municipal de Lisboa)


Manifestação entusiástica de populares e de soldados da Guarda Fiscal que empunham a bandeira republicana
(fotografia de Joshua Benoliel - Arquivo Municipal de Lisboa)


A implantação da República
(fotografia do Estúdio Mário Novais - Arquivo Municipal de Lisboa)


Auto da proclamação da República Portuguesa
(fotografia do Estúdio Mário Novais - Arquivo Municipal de Lisboa)


3 comentários:

  1. FARTOS de Medinas Carreiras do tempo das pirâmides, fartos de “Planos Inclinados” ressabiados, fartos de “Quadraturas do Círculo” de direita, fartos de
    Marcelos R. de Sousa, missionários pagos sabe-se lá por quem, fartos de Anas Lourenço a soldo do PSD, fartos de comentadores e politólogos a vender a sua ideologia e a ideologia dos pseudo partidos do chamado espectro do poder, temos que lhes mostrar que há cidadãos, não súbditos do paleio de cão de guarda destes senhores, que estamos fartos da oligarquia dos tecnocratas e da nova casta de novos ricos oportunistas que se passeiam entre os cargos públicos e políticos, as empresas, quer públicas, semi - publicas e privadas e que acumulam pensões como cromos de futebol…
    Não há “CU”, nem pachorra, nem RES-PUBLICA que aguente esta nova casta!

    JÁ NÃO HÁ CASAS DO POVO PARA NOS ARREBENHAREM PARA MANIFESTAÇÕES PSEUDO-PATRIÓTICAS!

    A PÁTRIA DO CAVACO E DO DIAS LOUREIRO, A PÁTRIA DOS MELLOS E DO SÓCRATES, A PÁTRIA DO MIRA AMARAL E DO ARMANDO VARA, NÃO É A PÁTRIA DE QUEM NÃO TEM QUE COMER…

    Nem somos analfabetos , nem das Novas oportunidades!

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  2. Realmente, não há sangue azul.
    Cromática conclusão!
    O sangue derramado pelo Rei D. Carlos e pelo Príncipe Regente D. Felipe era vermelho como o daqueles que os assassinaram.

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