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sábado, 17 de março de 2012

Petição contra a redução do número de carruagens na Linha Verde do Metro de Lisboa

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No dia 22 de Fevereiro de 2012 os comboios da Linha Verde do Metro de Lisboa passaram a circular com apenas 3 carruagens. A justificação publicada no site do Metro de Lisboa foi a seguinte: “Por motivos de adequação da oferta à procura do serviço metro será implementado um novo modelo de circulação na rede de metro. Assim, a partir do dia 22 de fevereiro, os comboios na Linha verde passam a circular com três carruagens.”

Esta situação levou a que os comboios estejam sempre cheios, sendo extremamente desconfortável viajar no meio de uma massa comprimida de pessoas o que, além do desconforto, potencia situações de criminalidade.

Esta medida, especialmente numa das linhas com mais utilizadores, constitui um retrocesso na qualidade do serviço prestado, passando este a ser um mau serviço, tornando desproporcional a relação entre o preço praticado e a qualidade do serviço prestado.


Divulga e assina a petição AQUI 



(imagem retirada de O Carmo e a Trindade)

domingo, 8 de janeiro de 2012

Petição contra o fecho da carreira 18E do eléctrico

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Numa altura em que outras cidades europeias estão a instalar linhas novas, uma das cinco carreiras de eléctrico que ainda resistem em Lisboa vai ser suprimida no final de Fevereiro.

Os eléctricos são um meio de transporte ecológico, uma das maiores atracções turísticas da cidade e um símbolo de Lisboa. O fecho da carreira 18 é um atentado ao património cultural e histórico de Portugal.

Assina a petição contra o fecho da carreira 18E aqui:

 



(Fotos de Paulete Matos)
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domingo, 30 de outubro de 2011

Isto não é um Governo, é uma comissão liquidatária

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As medidas propostas pelo Governo no Plano Estratégico de Transportes são mais um ataque contra os cidadãos e os seus direitos. Suprimir horários nocturnos ou reduzir a oferta de transportes públicos nas grandes cidades terá não só implicações dramáticas no quotidiano das populações, principalmente nas de menores rendimentos, como também contribuirá para o agravamento das condições económicas de vários sectores de actividade.

Não nos iludamos, o Governo tem plena consciência de que estas medidas terão impactos ambientais, contribuirão para o aumento do desemprego, agravarão as condições socio-económicas das populações e limitarão o direito a uma mobilidade sustentável. Mas nada disto, na sua fúria austeritária, importa ou incomoda a comissão liquidatária que nos governa.

Como refere Helena Pinto, no texto "Lisboetas, indignem-se!", nada escapa à austeridade destruidora deste Governo:









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