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domingo, 1 de abril de 2012

quinta-feira, 29 de março de 2012

Há já muito tempo que nesta latrina o ar se tornou irrespirável # 4

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Constituição da República Portuguesa 
Artigo 37.º
Liberdade de expressão e informação
1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.

Artigo 45.º
Direito de reunião e de manifestação

1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.
2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Não basta ficares indignado, é necessário que lutes! (Sábado, 11 de Fevereiro)

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(imagem "EUROPE vs ACTA" retirada de oblogouavida)

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domingo, 8 de maio de 2011

Um apelo vindo da Síria

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A crecente repressão do regime e  a tibieza habitual da comunidade internacional, só nos podem levar a demonstrar a nossa solidariedade para com todos os que se manifestam nas ruas sírias, exigindo democracia e liberdade.

Se mais não podemos fazer, pelo menos que sirvamos para dar voz aos que diariamente têm combatido pacificamente o regime de Bashar al-Assad, através da divulgação deste apelo gravado por um activista sírio:
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

De olhos postos em Marrocos




Inspirados pelas revoltas populares da Tunísia e do Egipto, os jovens marroquinos lideram o movimento que amanhã sairá às ruas para se manifestar e exigir reformas democráticas no país.

Esperemos que o dia 20 de Fevereiro seja o início de um novo movimento popular, em prol de efectivas mudanças sociais e políticas em Marrocos.





domingo, 6 de fevereiro de 2011

Assobiar para o lado



 As revoltas populares na Tunísia e no Egipto puseram a nu o apoio das democracias europeias aos regimes autoritários considerados "aliados do ocidente".
Sob o pretexto do combate ao radicalismo islâmico, quer a União Europeia quer os Estados Unidos caucionaram durante décadas os regimes de Ben Ali e de Hosni Mubarak, ignorando e ocultando os atropelos aos direitos humanos cometidos nos países por eles governados.

A evolução dos acontecimentos, com a queda de Ben Ali e a imparável onda de contestação a Mubarak, colocaram os líderes europeus na incómoda situação de terem de se afastar dos seus até então aliados. A necessidade de salvar a face perante a opinião pública fizeram com que os pedidos de reformas democráticas na Tunísia e no Egipto, tímidos é certo, passassem lentamente a fazer parte do discurso oficial dos principais chefes de estado da União Europeia.

Por cá, para além da habitual declaração provinciana sobre a situação dos portugueses que vivem no Egipto, desconhecemos o que pensa Cavaco Silva sobre os acontecimentos dos últimos dias. Possivelmente não pensa nada, como nunca pensou nada sobre coisa nenhuma.
Quanto ao governo, o ministro dos negócios estrangeiros limitou-se a repetir o mesmo discurso, tardio e pouco convicto, dos seus homólogos europeus.

Também por estes dias, e enquanto a Praça Tahrir se transformava num símbolo mundial, o parlamento português inexplicavelmente chumbava um voto de solidariedade com a luta pela democracia no Egipto.
O Partido Socialista, alegadamente incomodado por ter sido confrontado com o facto de só agora os partidos de Ben Ali e de Hosni Mubarak terem sido expulsos da Internacional Socialista, aliou-se ao PSD e inviabilizou a aprovação do voto de solidariedade proposto pelo Bloco de Esquerda...
Leia-se o texto proposto pelo grupo parlamentar do Bloco de Esquerda e retirem-se as devidas conclusões sobre o vergonhoso sentido de voto das bancadas do bloco central...

A posição dos líderes políticos europeus, incluindo os portugueses, revela a hipocrisia de quem passou as últimas décadas a "assobiar para o lado", caucionando e perpetuando no poder regimes autocráticos e ditatoriais.
A luta dos tunisinos e dos egípcios não permite mais ambiguidades aos líderes europeus: ou estão inequivocamente do lado dos que se batem pela democracia ou continuarão, como até aqui, do lado dos ditadores.


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sábado, 29 de janeiro de 2011

Revolução por contágio



Uma análise concisa e esclarecedora sobre as revoltas populares na Tunísia e no Egipto, efectuada ontem por Miguel Portas.

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Petição - WikiLeaks: Parem a Perseguição


A Avaaz acaba de lançar uma petição denunciando a campanha de intimidação contra a WikiLeaks, perpretada por governos e empresas, considerando que a mesma constitui um ataque à liberdade de imprensa e à democracia.

A petição, que conta já com milhares de assinaturas de cidadãos de todo o mundo, poderá ser assinada aqui.

Ser consequente


[...]

Para além do servidor disponibilizado pelo  Esquerda.net (acessível em http://wikileaks.liberdadedeexpressao.net/), existem já mais de 1000 espelhos alojados em diversos países, o que revela a existência de uma forte mobilização por parte de todos aqueles que se recusam a capitular perante as tentativas de silenciamento da WikiLeaks.

A isto chama-se ser consequente, o que só pode merecer o nosso aplauso.


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domingo, 5 de dezembro de 2010

O regresso do Macartismo



A campanha contra a WikiLeaks, intensificada desde a divulgação de mais de 250.000 mensagens diplomáticas norte-americanas, tem-se revelado uma verdadeira  tentativa de imposição de censura política aos conteúdos difundidos na internet.

Os sucessivos ataques aos servidores da organização, as pressões políticas e a colaboração de empresas como a Amazon (que deixou de alojar nos seus servidores o site fundado por Julian Assange) e a Paypal (site de pagamentos online que deixou de processar doações, feitas através do seu site, à WikiLeaks), são sinais reveladores de uma verdadeira ameaça à liberdade de expressão e de informação.

A forma como os vários governos pactuam com a perseguição censória à WikiLeaks, aliada ao silêncio dos líderes políticos perante apelos à eliminação física de Julian Assange, revelam o ressurgimento de um novo Macartismo, desta vez à escala global.

Perante os acontecimentos destes últimos dias, os cidadãos do mundo terão necessariamente de se começar a questionar sobre o que lhes reserva este mundo orweliano, comandado por um grande censor pronto a eliminar todos aqueles que se recusem a abdicar da liberdade.



Entrevista a Julian Assange, fundador da WikiLeaks, legendada em português


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