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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Free Pussy Riot! Свободу Pussy Riot!

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Amanhã, dia em que será conhecida a sentença do julgamento das Pussy Riot, irão realizar-se a nível mundial diversas concentrações de solidariedade com a banda feminista russa. A concentração, em Lisboa, será no Largo Camões, das 11:30 às 13:30.

A petição internacional que a seguir transcrevemos, promovida pela cantora Peaches e por  outros artistas e activistas (responsáveis também pela criação da música e do vídeo de apoio às Pussy Riot), poderá ser assinada em www.change.org/freepussyriot:

In March 2012 three members of Pussy Riot, Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova, and Yekaterina Samutsevitch, were taken into custody by Russian authorities for their participation as part of a protest at the Cathedral of Christ the Saviour of the Russian Orthodox Church in Moscow. Their punk prayer is and was an act of free speech and the charges of “hooliganism” and detainment of the three women are seen by the world as a cruel heavy handed act of oppression, are being carried out to discourage free thought and speech in Russia.

If Russia wishes to be a part of the modern globalized world it must adhere to the standards and principals of a free nation where its people have the right to have a free and open dialogue about all subjects. Discussion, debate, and action are the basic building blocks of a free society. By following through with the prosecution of these women you are currently making a mockery of free speech, free thought, and your own country’s constitution.

We, the citizens of the world and advocates for free speech, DEMAND the immediate release of Pussy Riot. The charges and punishments facing Maia, Naadezhda, and Ekaterina are nothing more than a political stunt by the Russian authorities and Russian Orthodox Chruch to retain control over the Russian people and instill fear into the free-thinkers, political activists, and artists of Russia.

The world is watching, and we do not like what we see.

Free Pussy Riot!

 



В мае 2012 года три участницы Pussy Riot, Мария Алехина, Надежда Толоконникова и Екатерина Самуцевич были задержаны российскими правоохранительными органами за их протестую акцию в Храме Христа Спасителя в Москве. Их панк молебен был актом свободного выражения своего мнения и, поэтому, обвинения в "хулиганстве" и удержание девушек в заключении являются для мира показателем жестких репрессий, организованных в России для подавления свободы мысли и слова.

Если Россия хочет быть частью современного глобального мира, ей необходимо укоренить принципы свободной нации, в которой у людей есть право вести открытые и свободные диалоги на все темы. Дискуссии, дебаты и свободные действия граждан - это основа свободного общества. А преследуя этих молодых женщин, власти России насмехаются над свободой слова, свободой мысли и собственной конституцией.

Мы, граждане мира и защитники свободы слова, ТРЕБУЕМ немедленно освободить Pussy Riot.

Обвинения, выставленные против Марии, Надежды и Екатерины - ничего более, чем политическая игра российских властей и русской Православной Церкви начатая для того, чтобы укрепить контроль над россиянами и вселить чувство страха в свободных мыслителей, политических активистов и творческих людей в России.

Весь мир наблюдает за этим судилищем - и нам не нравится то, что мы видим.

Освободите Pussy Riot!

 

sábado, 11 de agosto de 2012

Fuck Putin, Free Pussy Riot!

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"Virgin Mother of God, put Putin away"

(chorus)
O Virgin Mother of God, put Putin away
Рut Putin away, put Putin away
(end chorus)
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Black robe, golden epaulettes
All parishioners crawl to bow
The phantom of liberty is in heaven
Gay-pride sent to Siberia in chains


The head of the KGB, their chief saint,
Leads protesters to prison under escort
In order not to offend His Holiness
Women must give birth and love


Shit, shit, the Lord's shit!
Shit, shit, the Lord's shit!


(chorus)
O Virgin Mother of God, become a feminist
Become a feminist, become a feminist
(end chorus)


The Church’s praise of rotten dictators
The cross-bearer procession of black limousines
A teacher-preacher will meet you at school
Go to class - bring him money!


Patriarch Gundyaev believes in Putin
Bitch, better believe in God instead
The belt of the Virgin can’t replace mass-meetings
Mary, Mother of God, is with us in protest!


(Chorus)
O Virgin Mother of God, put Putin away
Рut Putin away, put Putin away
(end chorus)


terça-feira, 27 de março de 2012

sábado, 14 de maio de 2011

A mobilização vale sempre a pena

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Graças à condenação internacional e aos milhões de signatários das diversas petições internacionais lançadas nos últimos dias, a "Carta Anti-Homossexualidade" acabou por não ser votada no parlamento do Uganda.

Apesar da mobilização global ter mais uma vez demonstrado que é possível fazer frente ao ódio e à homofobia, em prol dos direitos humanos, os promotores do projecto-lei ainda não desistiram da sua discussão/aprovação no parlamento ugandês.

Assim, voltamos a apelar ao envolvimento de todos, através da assinatura das petições da Avaaz (que conta já com mais de um milhão e meio de assinaturas) ou da All Out (que já ultrapassou o meio milhão de subscritores).
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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Petição contra a aprovação da lei que prevê a pena de morte para homossexuais no Uganda

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A Avaaz tem em curso uma campanha contra a aprovação, pelo parlamento ugandês, da designada "Carta Anti-Homossexualidade", que prevê, entre outras medidas, a pena de morte para homossexuais.

A petição pode ser lida e assinada no site da Avaaz, onde também existem várias formas de proceder à sua divulgação.

domingo, 8 de maio de 2011

Um apelo vindo da Síria

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A crecente repressão do regime e  a tibieza habitual da comunidade internacional, só nos podem levar a demonstrar a nossa solidariedade para com todos os que se manifestam nas ruas sírias, exigindo democracia e liberdade.

Se mais não podemos fazer, pelo menos que sirvamos para dar voz aos que diariamente têm combatido pacificamente o regime de Bashar al-Assad, através da divulgação deste apelo gravado por um activista sírio:
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um ditador é um ditador


Um ditador é um ditador.

Em questões de direitos humanos não podem existir contemporizações ideológicas, geoestratégicas ou económicas.

Perante os relatos que nos chegam da Líbia não podem existir silêncios comprometidos, apenas veemente condenação e repúdio.

Um ditador é um ditador e Muammar Khadafi, como todos os outros ditadores, merece cair às mãos do seu povo.

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sábado, 19 de fevereiro de 2011

De olhos postos em Marrocos




Inspirados pelas revoltas populares da Tunísia e do Egipto, os jovens marroquinos lideram o movimento que amanhã sairá às ruas para se manifestar e exigir reformas democráticas no país.

Esperemos que o dia 20 de Fevereiro seja o início de um novo movimento popular, em prol de efectivas mudanças sociais e políticas em Marrocos.





domingo, 28 de novembro de 2010

Violência Doméstica, Tolerância Zero


Na semana em que se assinalou o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, o Observatório de Mulheres Assassinadas da UMAR divulgou os dados provisórios relativos ao ano de 2010.

Apesar dos avanços legislativos ocorridos nos últimos anos, os dados do relatório demonstram a manutenção de uma vergonhosa realidade que urge alterar:


O relatório conclui também que na maioria das situações já existiam antecedentes relativamente ao crime de violência doméstica e que, tal como nos anos anteriores, a maioria dos agressores mantinha ou havia mantido uma relação de intimidade com a vítima:


Para além da frieza dos números, é fundamental que questionemos o porquê da ineficácia das medidas de prevenção, sinalização e acompanhamento até agora implementadas.
A inversão desta realidade apenas será possível através de iniciativas legais e judiciais eficazes, garantindo a aplicação de medidas de coacção efectivas aos agressores, de modo a que exista uma real capacidade de protecção das vítimas de violência doméstica.
É também necessário que se continue a investir na (in)formação adequada das forças policiais e em campanhas nacionais que denunciem a violência doméstica como crime público, combatendo o silêncio cúmplice e conivente com que muitos ainda encaram esta questão.

Esta é também uma de luta de todos nós, homens e mulheres que se recusam a pactuar com a indeferença.

Porque há silêncios que matam, é nosso dever dizer: violência doméstica, tolerância zero!





sábado, 6 de novembro de 2010

Que se lixem os direitos humanos, o que importa são os negócios


Que a República Popular da China não respeite os direitos humanos é coisa que não interessa nada à corte lusitana que por estes dias se perfilará para o beija-mão a Hu Jintao.

A visita de dois dias do presidente da República Popular da China é apenas uma oportunidade para fazer negócios, bons negócios de "elevado interesse nacional". De Cavaco Silva a José Sócrates, dos banqueiros aos empresários, todos estão interessados nos abundantes capitais chineses.

Fala-se da possibilidade da compra de dívida soberana portuguesa pela China, da aquisição de parte de um banco, do reforço da balança comercial entre os dois países, fala-se de dinheiro, de muito dinheiro... E no meio de tudo isto, a questão dos direitos humanos nem terá direito a uma breve nota de rodapé...

O silêncio dos governantes portugueses, tal como o dos seus congéneres da UE (do mundo?), é comprado nestas visitas de estado - uma ditadura é uma ditadura, mas uma ditadura com dinheiro é uma quase democracia...

Nestes dias de vergonhoso beija-mão, resta-nos saudar a posição do Bloco de Esquerda, que sustenta desta forma a sua ausência da cerimónia agendada para o parlamento: "Somos muito críticos em relação ao regime chinês. Seria muito hipócrita estarmos a aplaudir ou a participar em banquetes com o representante de um regime político que despreza o direito de greve, o direito de opinião e de liberdade de imprensa".

O dinheiro compra muitas consciências, mas nunca conseguirá comprá-las todas...



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Defender o indefensável


No dia em que foi conhecida a atribuição do Prémio Nobel da Paz ao activista Liu Xiaobo, escrevemos que nos era incompreensível que alguma esquerda fosse conivente com os sistemáticos ataques aos direitos humanos cometidos pelo regime chinês.

Após um longo silêncio de três dias, infelizmente confirmando aquilo que havíamos escrito, o PCP resolveu emitir o seguinte comunicado:



A cegueira ideológica do PCP não é nova nem nos causa grandes surpresas.
O que nos repugna é que o PCP, nesta sua cegueira, não se iniba de caucionar um regime ditatorial que supostamente deveria criticar.
O que nos causa asco é que as violações dos direitos humanos tenham, para o Comité Central do PCP, dois pesos e duas medidas (como sempre tiveram nas últimas décadas, em função dos países/regimes em que ocorressem).
O que nos revolta é que o PCP encare a China como uma referência do socialismo, quando todos conhecemos a realidade do trabalho escravo naquele país.
O que nos entristece é que o PCP nada tenha aprendido com os seus erros históricos, insistindo nesta sua caminhada para a completa erosão.
 
 
(Notícia aqui, aqui e aqui)
 

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